Arquivo Direitos Animais/Veganismo

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nov 2011

No último domingo, uma reportagem-guia da Veja Rio mostrou diversos animais que podem ser “adquiridos” e cuidados como animais domésticos. Acabou servindo como propaganda para o comércio de novos animais domésticos, no qual animais são tratados como meros brinquedos, máquinas compráveis que têm um custo mensal de manutenção.

Alguns dos bichos listados têm habitat originalmente selvagem (não obrigatoriamente tendo sido sequestrados na mata) e/ou dependem de gaiola para serem domesticados. (mais…)

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23

abr 2011

Minicoelhos de estimação viram sucesso na Páscoa

Os olhos claros, o pelo branco e macio encantam mais na Páscoa do que nas outras épocas do ano, é o que mostram as vendas dos minicoelhos na Semana Santa.

Na Páscoa, as vendas triplicam. Vendi 70 minicoelhos em duas semanas“, conta a empresária Elizângela Peraceta, proprietária do site www.minicoelhos.com.br.

No Cobasi, rede de produtos veterinários, cada bichinho custa R$ 79; em algumas unidades, já não havia mais nenhum à venda nesta sexta-feira (22).

No Pet Center Marginal, os minicoelhos brancos estavam em falta ontem. [Segundo a] Supervisora do local, Maria de Lourdes Vieira, 45, a venda de minicoelhos foi 10% superior à de 2010. “Em um mês normal, vendemos de 20 a 30 coelhos, mas só nessa semana já foram 60.”

Com medidas entre 25 e 35 cm, o minicoelho chega a pesar até 2,5 kg. Eles comem ração, frutas, folhas escuras e legumes e têm de se exercitar. Os coelhinhos encantam as crianças e os pais que preferem bichos menores.

Mas a ativista Sabine Fontana, 38, do projeto “Adote um Orelhudo!” alerta: “Você não sabe se a pessoa vai ter tempo, disposição e dedicação para cuidar. E muitos acabam abandonados“.

 

ABANDONO

Após a Páscoa, segundo ela, é também a época em que há mais coelhos “descartados”. Só no ano passado, Fontana recolheu mais de 30. “Passa a primeira empolgação, o animal começa a crescer, a dar trabalho e acaba sendo abandonado”, diz.

O temperamento do animal, assim como o tamanho, dependerá da criação. “Tem que interagir, senão ele fica arisco”, explica a bióloga Paola Antoniassi, 30.

E, apesar de pequenos, eles precisam de espaço. Gaiola, só para quando o coelho ficar sozinho em casa.

Esse fenômeno é mais uma vertente da nossa cultura de tratar animais não-humanos como mercadoria, como brinquedos, como objetos que podem ser dados de presente. O resultado disso inúmeras vezes é o maltrato, o aprisionamento em gaiolas e/ou o abandono. Porque, afinal, esses coelhos não são vistos como seres sensíveis, dotados de sentimentos e de interesses próprios, mas sim como meros brinquedos autômatos sem senciência que podem ser descartados quando bem convier. (mais…)

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