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jun 2012

Um outro texto me fez pensar e pegar a mim mesmo no flagra com uma atitude discriminatória que fui acostumado a ter. É a trilogia de textos de Alex Castro, do blog Papo de Homem, em que ele denuncia o pensamento, muito recorrente na sociedade, de que ser branco é ser o brasileiro padrão, é ser “normal”, e ser negro é uma exceção, é algo “fora do normal”.

E de fato, quando me pedem para pensar em um ser humano, acabo pensando num homem branco. Quando me pedem para imaginar que pessoa seria um boneco-palito, penso no homem branco. Quando me falam de uma brasileira, penso inicialmente que ela é branca. Infelizmente tenho esse pensamento de vez em quando, e nada melhor é para mudar isso do que admitirmos essas falhas a que fomos acostumados a cometer, e também passar a policiar nossa mente, de modo que paremos de ter esse (pre)conceito do branco como sendo o “normal”, o padrão.

Abaixo, o trecho inicial da primeira parte do texto de Alex Castro, e os links dos três segmentos completos.

 

O privilégio de não ser negão (Racismo e normalidade – Parte 1)
por Alex Castro

De repente, aparece o Simonal e ela diz, empolgada:

– Meus deus, que negão lindo.

Daqui a pouco, de novo:

– Olha o charme desse negão, ele é o dono da plateia!

Eu não digo nada, mas abro os ouvidos. Ela também é fã do Roberto:

– Caramba, Alex, olha como esse homem era lindo. O que o tempo faz com as pessoas, meu deus? (mais…)

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