Direitos Humanos

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abr 2012

Mais um clérigo despeja preconceito contra o ateísmo, e, de brinde, discrimina os novos movimentos religiosos. O preconceituoso da vez é Dom Pedro Carlos Cipolini, bispo diocesano do município de Amparo/SP, ao dizer, em texto publicado no site do jornal O Serrano, a seguinte pérola sobre as “consequências” da liberdade religiosa e irreligiosa:

[No contexto multirreligioso atual, a] realidade se torna para o ser humano cada vez mais sem brilho, fragmentada e complexa, gerando frustrações e ansiedades. Há uma crise de sentido. Sentido que dá unidade a tudo e que chamamos de sentido religioso, o qual em nossa cultura começa a diluir-se, pois a sociedade acredita que pode agir como se Deus não existisse. Ao negar a existência de Deus, priva-se a sociedade do sentido da paternidade e da autoridade dela derivada, elimina-se a lei e ética, pois: sem Deus tudo é permitido.

Há um fortalecimento do individualismo nunca visto, substituição da ética pela estética (preocupação mais em parecer do que ser), consumismo e rejeição de qualquer compromisso duradouro: tudo se reduz ao financeiro. Não se adora mais um ídolo, simbolizado no “bezerro de ouro”; agora, adora-se apenas o ouro do bezerro.

Antes desse trecho, no mesmo texto, o bispo também havia soltado o seguinte minuto de preconceito contra os movimentos religiosos não cristãos: (mais…)

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