Direitos Humanos

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jan 2013

portugues-inclusivo

Atualizado em 06/12/2013

Sendo aliado do feminismo, venho alertar para alguns exageros que tornam errada a extrapolação das grafias igualitárias de escrita, neutralizantes de gênero, para algumas palavras.

Notei que algumas pessoas usam arroba ou x em palavras como “budistas”, “espíritas”, “feministas” e “as pessoas”. Então, esclareço: não é necessário usar arrobas ou x em substantivos invariáveis de gênero. Não existe “o budisto” nem “o feministo”*. Nem “espírito” é masculino de “espírita”. Entre esses termos, também estão incluídos “a pessoa” e “o ser humano”. Não existe “o pessoa”, muito menos “o pessoo”. Também não existe “a ser humano” ou “a ser humana”.

O uso de x ou arrobas só cabe em substantivos variáveis, com formas masculina e feminina, como “alun@s” ou “calour@”. (Porém o uso das arrobas tornou-se não recomendável, uma vez que ela só abrange os binário tradicional de gêneros e ainda exclui genderqueers, pessoas que não se identificam estritamente como mulheres nem como homens.

*”Feministo” tornou-se um jargão no meio feminista para designar aqueles homens que se dizem “feministas” mas não se esforçam em reconhecer e abandonar antigos vícios machistas dentro de si e manifestam comportamentos como tentar disputar com as próprias mulheres o protagonismo da causa feminista, dizer a mulheres (mesmo já feministas) o que é e o que não é feminismo e pelo que lutar ou não lutar, tomar e ofuscar a voz das mulheres em eventos feministas e causar discórdia entre as mulheres do meio.

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