Arquivo Direitos Animais/Veganismo

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06

abr 2012

Desde algumas décadas atrás, vem-se tentando desenvolver e promover métodos de pesca ditos sustentáveis, que “preservem” o meio ambiente aquático e evitem a exaustão populacional da fauna dos mares, rios e lagos. Ao mesmo tempo, supermercados e peixarias afirmam estar deixando de vender “pescado” obtido por meios predatórios e visando a sustentabilidade. Essa visão, porém, é muito contraditória em se tratando de concepção do que é meio ambiente e o que deve ser preservado. Ela exclui do ambiente ninguém menos que os próprios animais, aqueles a quem diretamente interessa a arte humana de preservar. (mais…)

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20

jun 2011

O Jornal da Manhã Online noticiou – e aqui transformo em denúncia -: feiras livres de Uberaba estão vendendo peixes vivos, que são violentamente mortos na hora da compra.

A novidade atraiu pessoas interessadas em peixes muito “frescos” (que não entraram ainda em estado de decomposição). O JM Online descreve que “os peixes são armazenados em tanques com cilindro de oxigênio e ficam à mostra para os consumidores, próximo à banca.” Há feirantes que comercializam em uma semana 500 quilos de animais recém-mortos – os quais, depois de mortos, têm suas carcaças cortadas e limpas.

A notícia não diz como os peixes são assassinados no ato da compra, mas está óbvio que o abate é feito de forma violenta. Pode-se especular o uso de uma das seguintes formas de matar artesanalmente esses animais: “limpar” o peixe ainda vivo, descamando-os e esfolando-os em agonia; dar pauladas na cabeça; causar choque térmico jogando-os em balde ou minitanque com gelo e água superfria; ou fazê-los morrer de asfixia fora d’água.

Posso incidir no juízo de valor explícito aqui, mas digo com convicção: se comprar a carne de um animal abatido a centenas de quilômetros do lugar já é eticamente muito questionável, comprá-la vendo o animal ser morto supera as raias da crueldade explícita e da insensibilidade. É o indivíduo demonstrar que, não tendo respeito algum por formas de vida senciente não humanas, realmente não vê os animais não humanos como mais do que pedaços de carne com pernas (ou com nadadeiras) esperando ser vendidos e comidos.

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29

abr 2011

Paulo Paim comemora crescimento da produção de pescado no país

O senador Paulo Paim (PT-RS), em discurso no Plenário nesta quarta-feira (20), aproveitou a chegada da Semana Santa para divulgar números positivos apresentados pelo Ministério da Pesca sobre a produção de pescados no país. Na avaliação do senador, o Brasil é um país rico, com reais condições de se tornar o “celeiro do mundo” [Ou então o matadouro do mundo, visto que é o maior exportador de carnes bovina e galinácea do mundo e, pelo que Paim diz, pretende ser líder em exportação de peixes mortos], inclusive em relação à produção de peixes.

Paulo Paim informou que os números da pesca artesanal no Brasil são surpreendentes e estão em franca expansão. Parte deste crescimento, avalia o senador, se deve à criação da Secretaria e, posteriormente, do Ministério da Pesca pelo presidente Lula. Dados do Ministério da Pesca, apresentados por Paim, indicam que 3,5 milhões de brasileiros dependem hoje diretamente do pescado, que tem produção de 1 milhão de toneladas por ano, movimentando cerca de R$ 5 bilhões.

Esta cifra ainda pode ser aumentada pelo potencial do nosso país. A pesca é um dos caminhos para combater a miséria – defendeu.

O senador informou ainda que apresentou requerimento para promover, no âmbito da Subcomissão Permanente em Defesa do Emprego e da Previdência Social, audiência pública com a ministra da Pesca, Ideli Salvatti, para que sejam apresentadas as atuais condições da produção de pescado no Brasil e as políticas públicas do governo para o setor.

Considerando que o governo federal tem departamentos especializados em exploração animal ou encorajadores da mesma, como Ibama, Embrapa e esse Ministério da Pesca e Aquicultura, não é de surpreender ver representantes seus exaltando a economia baseada no sofrimento e na morte. Para o(s) governo(s), os animais rurais e “pescáveis” são apenas coisas, apenas pedaços ambulantes de carne, produtos lucrativos que a Natureza e a pecuária fornecem ilimitadamente. Populações de peixes, crustáceos e moluscos são reduzidas ao status de “pescado”, uma abstrata e infinita massa de seres mortos a serem consumidos. (mais…)

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