Direitos Humanos

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06

abr 2012

O preconceito contra ateus e outros não seguidores de religiões monoteístas não é caso isolado na música gospel. Procurando-se por letras que contenham a expressão “sem Deus”, é bastante fácil encontrar tais demonstrações preconceituosas e credocêntricas. Canta-se nelas que as pessoas que vivem sem o Deus do cristianismo seriam infelizes, depressivas, solitárias e demasiadamente apegadas aos bens materiais.

Abaixo há diversos exemplos de músicas preconceituosas:

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19

out 2011

No último dia 14, um artigo intitulado Falência do Poder, escrito pelo jornalista e escritor Geraldo Menezes Barbosa para o Diário do Nordeste, acusou a “falta de Deus” de influenciar o assassinato de pessoas:

No ser humano, toda ideia inicial de assassinar o próximo nasce do egoísmo ferido, desvios mentais inatos ou adquiridos por reações endócrinas. Mata-se ainda pela falta de Deus em suas vidas, onde falhou a educação na família. O Brasil, rotulado de terceiro mundo, comporta-se neste terceiro milênio como um dos campeões de assassinatos, onde predominam as vítimas jovens, envolvidas em ondas de narcotráfico.

Mais um texto em que se deduz que o ateísmo seria responsável pela criminalidade, por assassinatos, pela violência. Fala-se isso usando-se o mais puro preconceito religioso, sem a mínima comprovação por estatísticas que apontassem que pessoas que “não têm Deus em suas vidas” (ateus e outros descrentes no deus monoteísta) matam mais do que pessoas que têm Deus (religiosos e teístas sem religião).

É possível protestar pelo formulário de comentário que está logo abaixo do texto. Os ateus devem protestar, de modo que fique cada vez mais óbvio que ateus existem e não admitem ser discriminados pelos religiosos, taxados de potenciais criminosos.

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