Arquivo Direitos Animais/Veganismo

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jul 2011

O King’s College, de Londres, entrou em contradição: ao mesmo tempo em que diz ter feito uma pesquisa “pioneira” por não ter implicado primeiro a tortura de cobaias, não deixou de explorar animais numa etapa seguinte.

É o que diz a Folha.com:

A pesquisa também deve facilitar a produção de novas drogas contra várias dores provocadas por inflamações. A CXCL5 é ligada a processos inflamatórios. Ela foi produzida em grande quantidade nas amostras humanas e nos ratos. Ao ser injetada na pele dos roedores, criou sensibilidade exacerbada.

Um anticorpo neutralizador foi capaz de anular os efeitos da CXCL5 nos ratos. Isso indica o potencial da molécula como alvo para uma droga analgésica nos casos de dores persistentes.

Ou seja, ratos tiveram injetada no tecido cutâneo uma substância (CXCL5) que cria ultrasensibilidade e é naturalmente produzida em processos inflamatórios. De alguma forma sentiram dores ao terem sua pele sensibilizada e incomodada.

Mesmo pesquisas ditas “inovadoras” não deixam de promover violência e causar dor a animais não humanos escravos da ciência vivisseccionista. Em que isso é necessariamente “inovador”?

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