Arquivo Direitos Animais/Veganismo

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28

mar 2013

vitoria-da-vida-sobre-a-morte

Obs.: O texto abaixo foi escrito por um ateu (eu) que respeita as religiões. Antes de pensar em desconsiderar o artigo por ter sido escrito por um não cristão, saiba sobre a falácia ad hominem e compreenda que o que faz a mensagem não são características pessoais de seu autor, mas sim o conteúdo dela.

A época da Páscoa, próxima do equinócio de primavera do Hemisfério Norte, é um tempo de celebração da vitória da vida sobre a morte. Desde os antigos povos pagãos da Europa até os cristãos de hoje, tantas culturas setentrionais comemoravam e comemoram, de formas diferentes, o fim da triste e gélida era do inverno e a chegada da florida primavera, adaptada para a mitologia cristã como a ressurreição de Cristo. Porém, é uma contradição grave que esse festejo persista sendo temperado com alimentos de origem animal, em especial carnes.

No contexto religioso atual, a Páscoa é antecedida pela Sexta-Feira Santa, dia em que a tradição cristã, dependendo da vertente, desrecomenda ou proíbe o consumo de carne vermelha. Essa vedação às carnes vermelhas, porém, acaba compensada pelo consumo de carnes brancas, em especial peixes, o que termina por esvaziar o sentido do luto pelo sofrimento e morte corpórea de Jesus na cruz, além de ser um contrassenso ético. (mais…)

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23

abr 2011

Minicoelhos de estimação viram sucesso na Páscoa

Os olhos claros, o pelo branco e macio encantam mais na Páscoa do que nas outras épocas do ano, é o que mostram as vendas dos minicoelhos na Semana Santa.

Na Páscoa, as vendas triplicam. Vendi 70 minicoelhos em duas semanas“, conta a empresária Elizângela Peraceta, proprietária do site www.minicoelhos.com.br.

No Cobasi, rede de produtos veterinários, cada bichinho custa R$ 79; em algumas unidades, já não havia mais nenhum à venda nesta sexta-feira (22).

No Pet Center Marginal, os minicoelhos brancos estavam em falta ontem. [Segundo a] Supervisora do local, Maria de Lourdes Vieira, 45, a venda de minicoelhos foi 10% superior à de 2010. “Em um mês normal, vendemos de 20 a 30 coelhos, mas só nessa semana já foram 60.”

Com medidas entre 25 e 35 cm, o minicoelho chega a pesar até 2,5 kg. Eles comem ração, frutas, folhas escuras e legumes e têm de se exercitar. Os coelhinhos encantam as crianças e os pais que preferem bichos menores.

Mas a ativista Sabine Fontana, 38, do projeto “Adote um Orelhudo!” alerta: “Você não sabe se a pessoa vai ter tempo, disposição e dedicação para cuidar. E muitos acabam abandonados“.

 

ABANDONO

Após a Páscoa, segundo ela, é também a época em que há mais coelhos “descartados”. Só no ano passado, Fontana recolheu mais de 30. “Passa a primeira empolgação, o animal começa a crescer, a dar trabalho e acaba sendo abandonado”, diz.

O temperamento do animal, assim como o tamanho, dependerá da criação. “Tem que interagir, senão ele fica arisco”, explica a bióloga Paola Antoniassi, 30.

E, apesar de pequenos, eles precisam de espaço. Gaiola, só para quando o coelho ficar sozinho em casa.

Esse fenômeno é mais uma vertente da nossa cultura de tratar animais não-humanos como mercadoria, como brinquedos, como objetos que podem ser dados de presente. O resultado disso inúmeras vezes é o maltrato, o aprisionamento em gaiolas e/ou o abandono. Porque, afinal, esses coelhos não são vistos como seres sensíveis, dotados de sentimentos e de interesses próprios, mas sim como meros brinquedos autômatos sem senciência que podem ser descartados quando bem convier. (mais…)

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22

abr 2011

Publicado originalmente em 02/04/2010 às 02:48

Na Semana Santa, a celebração da morte e ressurreição de Jesus divide o espaço com o boom do comércio e consumo de carne de peixes. O feriadão em questão, em especial a Sexta-Feira Santa, é a época em que mais se comercializa e se consome esse tipo de carne no ano. As feiras, peixarias e supermercados de todo o Brasil lotam-se com milhões e milhões de peixes e uma multidão os compra para comê-los. A sociedade curte muito e a mídia incentiva, mas, aos olhos da natureza e da ética do respeito à vida animal, tais comportamentos se fazem perigosos e condenáveis.

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