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20

abr 2016

Dilma Rousseff na juventude. Torturada naquela época, e tratada como ser sub-humano mesmo hoje por um parlamento golpista

Dilma Rousseff na juventude, sendo julgada pela ditadura militar. Torturada naquela época, e tratada como ser sub-humano mesmo hoje por um parlamento golpista

por Ester Ina’ye, no Facebook, com algumas correções

Nos últimos dias, torturadores foram lembrados com honra por políticos brasileiros. Um desses torturadores, que havia torturado várias mulheres, incluindo a presidente Dilma Rousseff quando ela tinha 23 anos, foi mencionado como um grande modelo inspirador brasileiro. Mulheres receberam métodos de tortura especiais durante o tempo da ditadura, o que incluía serem estupradas e assistirem a seus filhos sendo torturados. (mais…)

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29

abr 2013

Manifestantes "antivivissecção" pedem testes científicos e industriais em criminosos: o reacionarismo toma de assalto parte da militância animal

“Manifestantes antivivissecção” pedem testes científicos e industriais em criminosos: o reacionarismo se veste de militância animal. (clique na imagem para vê-la em tamanho completo)

Dizem que exigir a brutalização do Estado é um dos passos que uma sociedade dá rumo à instauração de um regime fascista, cuja mão de ferro seria apoiada por um povo demandante de tratamento cruel contra “vagabundos” e mandaria os Direitos Humanos, pejorativamente chamados de “direitos bandidos”, para as cucuias. Pois é o que estamos vendo de algumas pessoas que dizem defender os animais (mas falham miseravelmente nesse intuito), como no protesto acima contra a vivissecção e os testes industriais em animais, em São Paulo.

Numa postura lamentável, pouco mais de uma dúzia de manifestantes, que definitivamente não representam o abolicionismo, posou para uma foto exigindo do governo e dos cientistas que  substituam as cobaias não humanas por criminosos, mais precisamente pedófilos e assassinos. Na prática, demandam que a ciência continue cruel, só que agora, ao invés de explorar seres inocentes, mude sua crueldade para criminosos e sacie a sede de vingança dessas pessoas.

Leia a matéria completa no Veganagente

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30

ago 2011

Este post traz mais uma série de torturas infligidas por cientistas contra animais não humanos dentro de laboratórios de todo o mundo. E pensar que há todo um discurso montado que tenta nos convencer de que a vivissecção “respeita” os animais.

As notícias abaixo foram publicadas entre os dias 15 e 29 deste mês e não estão em ordem de antiguidade. (mais…)

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06

maio 2011

Contaminação atrapalha uso de célula-tronco contra Parkinson

As células-tronco ainda não operaram as curas espetaculares que muitos esperam delas. Um novo estudo brasileiro ajuda a entender o porquê, ao menos quando se trata do mal de Parkinson.
Grosso modo, o problema é a pureza da matéria-prima injetada no paciente, sugere a pesquisa, coordenada por Oswaldo Keith Okamoto e Mayana Zatz, da USP. (mais…)

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28

abr 2011

Cansaço faz cérebro ficar acordado e adormecido ao mesmo tempo

Se você já se martirizou por não saber onde guardou as chaves ou os óculos, e acha que é distraído ou esquecido demais, pense melhor: isto pode ser apenas um sinal de que está precisando dormir.

Esta é a conclusão de um estudo feito com camundongos, que sugere que o cérebro cansado pode adormecer por uma fração de segundo, mesmo que esteja funcionando ativamente.

As consequências disto são grandes, principalmente para pessoas executando tarefas para as quais a falta de sono pode ser perigosa, alertam os autores da pesquisa.

“Mesmo antes que você sinta a fadiga, há sinais no cérebro de que você deveria interromper certas atividades que exijam um estado alerta”, explica Chiara Cirelli, professora de psiquiatria da Universidade de Wisconsin, em Madison.

“Grupos específicos de neurônios podem adormecer, com consequências negativas para a performance da atividade”, acrescentou.

O estudo, publicado na revista britânica “Nature”, desafia o senso comum de que a falta de sono afeta o cérebro inteiro.

TEORIA

A teoria convencional se baseia na observação de eletroencefalogramas, que revelam os padrões de atividade elétrica nos neurônios –mas possuem algumas limitações.

Seus eletrodos são posicionados no couro cabeludo, o que significa que captam melhor o sinal dos neurônios próximos ao crânio em relação àqueles que ficam nas camadas mais profundas do cérebro –e, essencialmente, resumem a atividade de centenas de milhões de neurônios, e não conseguem analisar células isoladamente.

Para contornar esta limitação, Cirelli e seus colaboradores inseriram sondas ultrafinas dentro do cérebro de 11 camundongos adultos para monitorar a atividade elétrica em subgrupos de neurônios no córtex motor, que é responsável pela coordenação motora “semiautomática”.

Os roedores foram mantidos acordados durante quatro horas além do horário em que normalmente vão dormir, com a ajuda de objetos novos introduzidos na gaiola para mantê-los interessados –e ativos.

O monitoramento cerebral mostrou que, mesmo quando todas as aparências indicavam que os animais estavam acordados e ativos, neurônios nestas áreas específicas não estavam funcionando –em outras palavras, partes do cérebro permaneceram adormecidas enquanto outras continuavam despertas.

“Mesmo quando alguns neurônios pararam de funcionar, as medições cerebrais através do eletroencefalograma indicavam, de maneira geral, que as cobaias estavam acordadas”, diz Cirelli.

Estes episódios de “sono localizado” afetaram o comportamento dos camundongos, segundo os cientistas.

Os animais foram treinados por duas horas para realizar uma tarefa complicada: segurar uma bolinha de açúcar com uma única pata.

Mas quanto mais cansados ficavam, mais difícil para os roedores se tornava o trabalho. Eles começaram a deixar cair as bolinhas, ou então não conseguiam pegá-las quando oferecidas.

Era necessário que alguns poucos neurônios “saíssem do ar” por um terço de segundo para que as falhas ocorressem, destaca Cirelli em um comunicado sobre a pesquisa.

“Dos 20 neurônios que acompanhamos durante um experimento, 18 permaneceram acordados”, explica. “Nos outros dois, havia sinais de sono, com alternância entre períodos breves de atividade e períodos de silêncio”.

Pelo que a notícia deixa a entender, não houve inflição explícita de sofrimento. Mas houve invasão corporal, com a inserção das “sondas ultrafinas” no cérebro dos camundongos. Além da onipresente escravidão de forçar os animais a algo sem que estes possam escolher fazê-lo ou não. Eles foram forçados, ainda que de forma não dolorosa, a continuar acordados por quatro horas. Você iria gostar que alguém te induzisse a se manter acordad@ por quatro horas seguidas, você doid@ para dormir, desejando a cama? (mais…)

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26

abr 2011

Depois de algumas semanas, a sequência Tortura em nome da ciência capta mais uma notícia de tortura de cobaias em laboratório.

Dieta gordurosa pode reverter insuficiência renal do diabetes

Uma dieta rica em gordura e com poucos carboidratos pode reverter a insuficiência renal em camundongos com diabete, segundo um estudo realizado por cientistas americanos.

Na pesquisa, divulgada na publicação científica PLoS ONE, os cientistas da Mount Sinai School of Medicine, de Nova York, analisaram os efeitos de uma dieta composta de 87% de gorduras sobre um grupo de camundongos com predisposição a ter os tipos 1 e 2 de diabete.

O excesso de açúcar no sangue nos diabéticos pode provocar danos nos rins, gerando um quadro de insuficiência renal.

As cobaias foram divididas em dois grupos. Quando a insuficiência renal se manifestou, metade delas passou a receber uma dieta normal e a outra, a dieta com muita gordura.

Depois de oito semanas, os cientistas notaram que os danos nos rins dos roedores haviam sido revertidos.

Médicos e nutricionistas alertam que a dieta rica em gordura, que reproduz os efeitos da inanição, não deve ser realizada sem acompanhamento médico.

DÚVIDAS

“O nosso estudo é o primeiro a demonstrar que uma intervenção por meio de dieta por si só é suficiente para reverter esta complicação grave da diabete”, afirmou o professor Charles Mobbs, que liderou a pesquisa.

“Eu certamente acho que (a pesquisa) traz uma esperança, mas eu não posso recomendá-la até que tenhamos feito testes clínicos”, completou.

O diretor de pesquisas da entidade britânica Diabetes UK, que combate a doença, levantou dúvidas sobre o estudo, questionando a capacidade de humanos conseguirem manter esta dieta de forma saudável.

“Esta pesquisa foi conduzida com camundongos, então é difícil ver se estes resultados se traduziriam em benefícios reais para pessoas com diabetes neste estágio”, afirmou.

“É muito simples dizer que insuficiência renal pode ser prevenida somente com dieta, e também é questionável se a dieta utilizada neste caso seria sustentável por humanos, mesmo no curto prazo.”

De acordo com números de 2007, citados pelo Ministério da Saúde, a diabete afeta mais de 6,3 milhões de brasileiros, ou 5,2% da população adulta.

Além de todo o sofrimento dos animais diabéticos em vida, ainda mais com seus rins sem funcionar bem, adivinhem como foram verificados os rins deles: matando-os e abrindo seus corpos. De todos os animais em questão. (mais…)

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