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19

mar 2013

Estudante com caloura pintada de negra e acorrentada: trote racista na UFMG tenta tornar "engraçada" a memória da escravidão humana no Brasil.

Estudante com caloura pintada de negra e acorrentada: trote racista na UFMG tenta tornar “engraçada” a memória da escravidão humana no Brasil.

A Humanidade, se fosse uma pessoa, envergonhar-se-ia de muita coisa de seu passado, este que contém muitos episódios verdadeiramente abjetos. Enquanto humanos, faríamos minucioso inventário moral de nós mesmos; enquanto partícipes do que convencionamos chamar ‘Humanidade’, relacionaríamos todos os grupos ou pessoas que por nossas ações e omissões prejudicamos e nos disporíamos a reparar os danos a eles causados.

Vigiaríamos a nós mesmos, o tempo todo, para que individualmente e enquanto grupo,  não repetíssemos nossos vergonhosos e documentados erros. Pais conscienciosos, ensinaríamos as novas gerações os novos e relevantes valores morais que tem de pautar nossas condutas, palavras e intenções.

Dois desses episódios, chagas profundas e fétidas de nosso passado humano,  são a escravidão e o nazismo. No primeiro, tratamos outros seres humanos como inferiores;  os açoitamos; os forçamos ao trabalho; os ridicularizamos (dizendo que eles eram feios, sujos, burros, seres humanos mal acabados e não evoluídos);  procuramos destruir seus laços com a terra amada, sua cultura, sua língua; dissemos que eles não tinham alma enfim. No segundo não era diferente; mesmas ações, alvos expandidos: pessoas negras, judeus, homossexuais. Todos tratados com o mesmo desrespeito. (mais…)

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23

jun 2011

A série de experiências feita por uma equipe de vivisseccionistas da UFMG e da Fundação Ezequiel Dias sobre os efeitos terapêuticos de várias toxinas da peçonha da aranha-armadeira deixou muitos experimentos violentos das universidades estadunidenses no chinelo. Uma série de torturas foram infligidas em camundongos para testar os efeitos de toxinas do veneno dessa espécie de aranha em vários problemas de saúde, crônicos ou não.

Diversos problemas foram causados nos animais para que as toxinas fossem testadas: dor crônica, dor neuropática, câncer (não foi especificado que tipo, mas ficou claro que causou fortes dores nos animais), isquemia cerebral, isquemia da retina, arritmia cardíaca e disfunção erétil. Abaixo um pedaço do infográfico da Folha.com em que está clara a violência brutal desses experimentos: (mais…)

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