Artigo
14

jan 2016

ta-com-pena-leva-pra-casa

“Tá com pena, leva pra casa” é uma frase muito comum entre reacionários defensores do uso da violência policial e da penalidade excessiva como meios de combate ao crime. Traz em si diversos aspectos que, no final das contas, a fazem ser não um argumento, mas sim uma forma de calar o debate sério sobre as causas e soluções da criminalidade e manter tudo perigoso como está. (mais…)

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11

set 2015

parabrisa-chuva

Muitas pessoas ainda acreditam que uma política de segurança pública focada na prisão, punição e mesmo matança de criminosos “de rua” (assaltantes, sequestradores, homicidas, narcotraficantes etc.) poderá um dia erradicar ou pelo menos diminuir muito e permanentemente as estatísticas de violência urbana no Brasil. Creem nisso apesar de a realidade desmenti-las todos os dias. Uma analogia pode facilitar a compreensão do porquê de a tática punitiva e assassina não funcionar com esse intuito: a analogia do para-brisa na chuva. (mais…)

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27

fev 2015

Imagens como essa ilustram como os reacionários consentem que o Brasil seja um dos países mais violentos e violadores de Direitos Humanos no mundo

Imagens como essa ilustram como os reacionários consentem que o Brasil seja um dos países mais violentos e violadores de Direitos Humanos no mundo

O site da revista Exame divulgou, recentemente, uma lista de violações de Direitos Humanos comuns no Brasil, feita pela Anistia Internacional. Os dez elementos da lista mostram por que o país é um dos mais violentos do mundo mesmo sem estar oficialmente sob guerra civil ou ditadura. E é fácil perceber que todos os dez pontos podemos botar na conta dos reacionários, já que eles se cumpliciam com tais questões e até mesmo as defendem como “soluções” para a alta criminalidade brasileira. (mais…)

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10

nov 2014

humanos-direitos

É corriqueiro ver muita gente, desinformada pela mídia e pelo senso comum, defender que os Direitos Humanos só deveriam valer para aqueles que chama de “humanos direitos”, ou “cidadãos de bem” – e, assim, presidiários deveriam ser desprovidos de qualquer direito humano e constitucional. Desconhecem que essa argumentação exclusivista tem contribuído justamente para que os autodenominados “humanos direitos” continuem tendo seus próprios direitos básicos relegados à incerteza, à insegurança, à não garantia pelo Estado e a uma probabilidade elevada de negação e violação. (mais…)

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04

set 2014

Conservadores radicais falam muito de ordem pública, mas estão entre os que mais favorecem a piora das situações de desordem

Conservadores radicais falam muito de ordem pública, mas estão entre os que mais favorecem a piora das situações de desordem

Uma das mais frequentes reivindicações alegadas pelos conservadores mais raivosos no Brasil é a manutenção ou retomada da ordem, seja no sentido de paz pública ou no de equilíbrio social. Mas quando lemos as opiniões deles sobre como o Estado deveria lidar com os Direitos Humanos, as minorias políticas, os movimentos sociais de esquerda, a questão da violência urbana, as relações entre a ordem econômica e a exclusão social, as políticas de justiça social e outras questões, temos a certeza de que a “ordem” reivindicada por eles é apenas uma palavra bonita sem conceito. O resultado da soma do que defendem é o caos, a perpetuação de uma situação de desordem pública, a “garantia” de que a sociedade nunca conseguirá entrar num estado de equilíbrio social enquanto prevalecerem os interesses que defendem. (mais…)

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14

ago 2014

falta-de-deus

Em artigo do site do Diário da Manhã do último dia 10 um leitor (cujo nome não é muito relevante aqui de se revelar) comparou a “falta de Deus” à corrupção, à “falta de vergonha” e à “falta de brio”. Isso aconteceu no texto intitulado “Resposta a Gercy Camêlo, de quem é a culpa da insegurança“, que almeja responder ao colunista Gercy Joaquim Camêlo e argumentar, ao contrário deste, que a violência urbana e rural teria sim culpados. (mais…)

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16

fev 2014

pe-marcelo

Mais um artigo do Padre Marcelo Rossi sobre violência nas cidades, mais uma “análise” rasa para coxinha ver, mas uma demonização da “falta de Deus”. O costume já arraigado dele de ver a descrença em Deus e o desapego à religião cristã como problemas retornou com o artigo de ontem chamado “Nossa segurança vem de Deus”, em sua coluna no portal do jornal O Tempo.

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14

jan 2014

bandido-bom-morto

A cada crime brutal, como chacinas, homicídios multiplamente qualificados, tortura não policial, estupros em série e latrocínios, grande parte da sociedade manifesta uma enorme revolta e, deixando-se levar pelo ódio contra seus autores e pela inadmissível possibilidade de também se tornar vítima deles, defende que a polícia vingue as vítimas de tais delitos. Incitam que a polícia os prenda, os torture e os jogue em penitenciárias que pouco deixam a dever às masmorras da Europa medieval. (mais…)

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07

jul 2013

padre-marcelo

Pela segunda vez o Padre Marcelo Rossi usa a retórica da preocupação com a violência urbana para atacar quem não acredita no seu deus. Pouco menos de dois meses depois de seu primeiro ataque discursivo de preconceito, ele voltou a usar sua coluna no portal O Tempo para difamar a “falta de Deus”.

Diz seu artigo intitulado “A importância do resgate”:

Muitas vezes, a culpa não é inteiramente dessas pessoas, pois a pobreza, a desigualdade social, a falta de oportunidade e, principalmente, o preconceito, aliados, é claro, à falta de Deus na vida dos seres humanos, são os principais motivos que verdadeiramente “empurram” muitas pessoas para o mundo do crime. (mais…)

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20

maio 2013

barbaros

Artigo intitulado “Bárbaros intramuros” investe no conservadorismo moral e culpa “falta de Deus” por violência urbana

Um artigo intitulado “Bárbaros intramuros”, publicado na última quinta no portal do Diário da Manhã (DM.com.br) por Valmor Bolan, investiu no apelo conservador à “educação moral” e culpou a “falta de Deus no coração e na mente das pessoas” pela violência urbana.

O trecho preconceituoso foi esse:

Falta moral! É isso do que precisamos recuperar urgentemente. “A sociedade precisa de mais educação moral”, afirma Peter Kreeft, em seu livro Como vencer a guerra cultural, pois estamos em guerra, segundo o autor. Ao contrário do que pensa o ateu Richard Dawkins, Kreeft diz que “a religião sempre foi a fonte primária do conhecimento que a humanidade tem da moralidade”. E toda esta violência é sobretudo sintoma da falta de Deus no coração e na mente das pessoas. O bombardeio midiático diário só fala de violência e de consumismo, com apelos de hedonismo, individualismo e permissividade. Daí então a frieza do coração, que leva muitos a insanidades como as que temos tido notícias ultimamente, e que tem causado dor e consternação.  (mais…)

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