Arquivo Direitos Animais/Veganismo

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abr 2011

Você vai se impressionar com as curiosidades abaixo, sobre de onde vem a carne vermelha e o leite tão comumente consumidos.

Extraí essas medonhas informações em pesquisa bibliográfica na UFRPE. Até agora obtive apenas sobre os mamíferos. Em breve trarei mais curiosidades, dessa vez sobre aves e, em outro post, sobre animais aquáticos e abelhas (se eu encontrar informações suficientes).

Com essas pesquisas, acabei chegando a uma conclusão: Se “lida corretamente, a Bíblia é a maior força em prol do ateísmo jamais concebida”*, os livros de pecuária são a maior potência pró-veganismo jamais criada.

*Frase de Isaac Asimov

Você sabia?

Animais mamíferos em geral
– Bovinos, caprinos, ovinos, porcos e coelhos na verdade têm uma alimentação onívora, não herbívora, visto que recebem suplementação com elementos de origem animal, como farinha de sangue, farelo de osso e óleo de fígado de peixe.
– Muito mais do que apenas soja, milho, feno e/ou sorgo, a alimentação dada a mamíferos de criação é extremamente variada: grãos, raízes, frutas, verduras, legumes, resíduos de corpos de animais…
– A mutilação de testículos, chifres e cauda é procedimento corriqueiro na pecuária mamífera.
– Fêmeas leiteiras que produzem pouco leite são mortas – “descartadas” ou “eliminadas” na linguagem do pecuarista.
– Marcar a pele de animais a ferro incandescente ou superfrio é mais que comum.
– Há pecuaristas que fazem marcações identificatórias com diversos cortes na orelha do animal.
– A chamada “castração cirúrgica” dificilmente envolve anestesia prévia.
– Separar filhotes de suas mães é algo extremamente comum na pecuária. Poucas categorias de criação animal (ex.: caprinos “de corte”) têm o “privilégio” de desmamar naturalmente.
– Se uma mãe aborta pelo menos duas vezes, é morta e descartada como mero lixo orgânico.
– Machos reprodutores, na maioria das ocasiões, vivem isolados, aprisionados em baias individuais.
– As marcações a temperaturas extremas, à tatuagem ou a brincos numerados são sinais de propriedade, ou seja, sinalizam que aquele animal é propriedade de um ser humano.
– Sabe o que é um burdizzo? É um alicate usado para prensar e esmagar os canais espermáticos do saco escrotal do animal macho.
– Fêmeas leiteiras cuja vida produtiva acabou de encerrar são mortas em matadouros.
– O mais conhecido procedimento derradeiro para matar um animal “de corte” é a degola. O bicho é pendurado pelas patas traseiras e tem sua garganta cortada para perder todo o seu sangue e morrer depois da insensibilização.
– Na grande maioria das vezes, os machos são castrados ainda “crianças pequenas”, com menos de um mês de vida.
– A castração é quase sempre justificada como meio de tornar os machos mais mansos e dar “qualidade” à sua carne.
– As tetas “extra” da fêmea, que não servem para fornecer leite, são cortadas à tesoura.
– Um simples descuido no balanceamento da alimentação do animal pode lhe causar doenças graves.
– Massacres de animais são muito comuns em situações de epidemia, como foram os casos da gripe aviária e a vaca-louca.

Bovinos
– O sistema Kibutz (israelense) de pecuária bovina separa os bezerros de suas mães logo ao nascerem, e os confina em gaiolas individuais.
– Essa quase todo mundo já sabe: antibióticos e anabolizantes são muito frequentes nas criações
– Doenças comuns na bovinocultura intensiva são o empanzinamento, a acidose, a intoxicação por ureia e o estresse ambiental.
– A castração de bois requer muitas vezes a contenção por amarração do animal com cordas atadas a uma cerca ou prendendo duas partes do corpo (ex.: focinho e patas traseiras, pescoço e cauda).
– Fraturas sérias para um bovino significam a morte no matadouro.
– Apenas bovinos “de valor” têm fraturas tratadas.
– Em muitos casos, quando o medicamento tem gosto ruim para o bovino, acontece a ingestão forçada do remédio, podendo ele ser introduzido no seu estômago por tubo de borracha ou dentro da boca, por garrafa resistente de pescoço longo.
– Uma das funções do aleitamento artificial bovino é quebrar os laços entre mãe e filho – o bezerro não será perturbado quando sua mãe morrer, e vice-versa. (mais…)

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