Vaquejada: a essência de um “esporte” que usa animais

Índice
Introdução
O que é a vaquejada? E quais são suas regras básicas?
Um “esporte” pautado pela violência e pela escravidão
Considerações finais
Referências
Introdução
Ela ainda não é muito conhecida no restante do Brasil, mas é uma tradição muito popular no Nordeste, e se estende também a algumas cidades de outras regiões. “Valeu boi” é o bordão mais conhecido que se usa nela. Ainda mais óbvia do que no rodeio é a forma como o lado dos animais é desconsiderado, a exploração e agressão contra eles. Falo da vaquejada, o segundo grande “esporte” de uso de animais no Brasil.
Este artigo pretende mostrar ao país o que está acontecendo em centenas de pistas-arenas da região Nordeste e, em menor frequência, de outras regiões, à revelia do olhar da maioria dos defensores animais. Os detalhes mais importantes – regras, violações éticas e violências explícitas – de um “esporte” que, assim como o rodeio, alterna violência contra animais na arena e música popular num palco adjacente mas, ao contrário daquele, permanece impune, desimpedido e com muito pouca oposição.
O que é a vaquejada? E quais são suas regras básicas?
A vaquejada é uma atividade recreativo-competitiva, considerada por seus admiradores um “esporte”, surgida no Nordeste, que consiste centralmente em fazer dois vaqueiros a cavalo perseguirem um boi, emparelhá-lo com os cavalos e conduzi-lo a uma área-objetivo, entre duas linhas paralelas de cal, onde o derrubam. A perseguição e derrubada se dá numa pista-arena de areia não tão fofa e não tão dura, tendo a área demarcada pelas faixas de cal 10 metros de comprimento.
Após a derrubada, um juiz arbitra sobre o resultado da derrubada do boi. Se este, enquanto tombava, ficou por um instante com as quatro patas voltadas para o céu, o juiz declara ao público “Valeu boi!”, sinal de que a dupla de vaqueiros ganhou pontos. Se o boi não jogou as patas para cima, ele declara “Zero boi!”, e a dupla não pontua. [1]
Cada evento dura três dias – sendo o primeiro o dia de reconhecimento da pista e treinamento – e envolve em média a concorrência de 400 duplas de vaqueiros. Cada dupla persegue e derruba três bois por dia, sendo explorados geralmente bois de tamanho e peso quase iguais para que a disputa entre as duplas não seja desigual. É dada premiação dos primeiros até os vigésimos colocados. [2] E envolve-se também muita música, com bandas de “forró eletrônico”, forró tradicional e também de outros estilos, como axé.
Um “esporte” pautado pela violência e pela escravidão
Não é sequer necessário ler laudos científicos ou denúncias de ONGs defensoras dos animais para saber que a vaquejada é essencialmente uma atividade que explora e violenta animais. Basta assistir a uma única competição para ver que a violência ali é algo praticamente óbvio, muito embora seja tornada uma violência “aceitável” pela sociedade regional, a qual hoje tem uma grande dependência socioeconômica da pecuária.
O ato de fazer animais de natureza pacata (bois) correrem, persegui-los e derrubá-los no chão como se fossem brinquedos já é em si uma forma de tratá-los como coisas e agredi-los. É fácil chegar a essa conclusão se imaginariamente colocarmos um ser humano no lugar do boi. Uma pessoa de cabelo longo que, depois de ter sido provavelmente incitada ao pânico no brete, corre desesperadamente dos seus algozes e passa a ser perseguida por dois vaqueiros a cavalo ou a pé. Sente um medo duplo: dos breteiros e dos vaqueiros. Até que é puxada pelo cabelo e, derrubada, rola no chão, sentindo a dor da queda e aquilo de que tinha medo concretizado – a violência.
E isso sem falar na exploração também dos cavalos. Por mais que sejam supostamente tratados como “irmãos” antes e depois da competição da vaquejada, no momento da gincana eles são tratados como nada mais do que automóveis, controlados por uma série de instrumentos – como “professora”, rédeas, cabresto etc. – e incitados à alta velocidade. É um agravante o fato de que às vezes são usados açoites e esporas para incitar o cavalo a continuar correndo. [3]
Tratar dessa forma animais como objetos acaba tendo, seja intencionalmente ou contra a vontade dos organizadores da atividade, implicações sérias, de machucar de verdade os animais. Um exemplo de como a violência explícita ante arena de fato faz parte dos procedimentos da vaquejada é o relato dos ativistas Gabriela Toledo e Carlos Rosolen, da ONG Projeto Esperança Animal, sobre uma vaquejada que aconteceu em Cotia/SP:
Chegamos perto do brete. Diversos animais misturados e com aparência assustada. Um vaqueiro começou a “tocá-los com um pedaço de pau” para a fila que daria acesso para a arena. O espaço apertado permitia apenas um boi por vez. Ali os animais eram avaliados. Quando tinham chifres, seus chifres eram serrados com serrote. Muitos chifres sangravam. O que chamou a atenção foi a agressividade com que os vaqueiros amarravam esses animais para poder serrar a ponta de seus chifres. Alguns se debatiam, caiam no chão. Outros tentavam pular a porteira que dava acesso à arena e quando isso ocorria os vaqueiros batiam com pedaços de pau em suas cabeças. Mais de 15 animais passaram por esse procedimento. Houve situações em que os animais tiveram suas patas presas entre as madeiras do corredor da arena e por pouco não tiveram suas patas quebradas.
Quando a porteira era aberta os animais saiam em disparada batendo suas patas, cabeça, peito na porteira, pois ela era muito estreita. Houve casos em que os vaqueiros fecham a porteira na cara dos animais ou no meio do corpo e sempre com muita agressividade.
Não havia fiscais nem veterinários presentes no local.
Investigando o evento descobrimos que muitos animais já morreram na arena ao bater a cabeça nas madeiras. Outros tiveram seus rabos arrancados durante a prova, pois os vaqueiros estavam utilizando uma luva não adequada. A prática de serrar os chifres é super comum. Muitas vezes usam os mesmos animais por mais de uma vez durante a prova. [4]
O artigo jurídico do advogado Thomas de Carvalho Silva [5] mostra com ainda mais propriedade como a vaquejada, mesmo aquela desprovida de ilegalidades, agride os animais. A princípio ele faz uma citação de um trecho de um parecer técnico da Dra. Irvênia Luiza Prada:
Ao perseguirem o bovino, os peões acabam por segurá-lo fortemente pela cauda (rabo), fazendo com que ele estanque e seja contido. A cauda dos animais é composta, em sua estrutura óssea, por uma seqüência de vértebras, chamadas coccígeas ou caudais, que se articulam umas com as outras. Nesse gesto brusco de tracionar violentamente o animal pelo rabo, é muito provável que disto resulte luxação das vértebras, ou seja, perda da condição anatômica de contato de uma com a outra. Com essa ocorrência, existe a ruptura de ligamentos e de vasos sangüíneos, portanto, estabelecendo-se lesões traumáticas. Não deve ser rara a desinserção (arrancamento) da cauda, de sua conexão com o tronco. Como a porção caudal da coluna vertebral representa continuação dos outros segmentos da coluna vertebral, particularmente na região sacral, afecções que ocorrem primeiramente nas vértebras caudais podem repercutir mais para frente, comprometendo inclusive a medula espinhal que se acha contida dentro do canal vertebral. Esses processos patológicos são muito dolorosos, dada a conexão da medula espinhal com as raízes dos nervos espinhais, por onde trafegam inclusive os estímulos nociceptivos (causadores de dor). Volto a repetir que além de dor física, os animais submetidos a esses procedimentos vivenciam sofrimento mental.
A estrutura dos eqüinos e bovinos é passível de lesões na ocorrência de quaisquer procedimentos violentos, bruscos e/ou agressivos, em coerência com a constituição de todos os corpos formados por matéria viva. Por outro lado, sendo o “cérebro”, o órgão de expressão da mente, a complexa configuração morfo-funcional que exibe em eqüinos e bovinos é indicativa da capacidade psíquica desses animais, de aliviar e interpretar as situações adversas a que são submetidos, disto resultando sofrimento.
O brete, que é uma área do parque de vaquejada relativamente misteriosa, que não costuma revelar voluntariamente o que faz para causar a carreira dos bois, é denunciado por Thomas Carvalho como um local de maltrato: “Para que o bovino, manso e vagaroso, adentre a arena em fuga, o animal é confinado em um pequeno cercado, onde é atormentado, encurralado, espancado com pedaços de madeira, e submetido a vigorosas e sucessivas trações de cauda.” [5]
Geuza Leitão, da UIPA, confirma que “não são divulgados para o publico os métodos cruéis utilizados para ocasionar a corrida dos bois” e denuncia “seu confinamento prévio por longo período, a utilização de açoites e ofendículos, a introdução de pimenta e mostarda via anal, choques elétricos e outras práticas caracterizadoras de maus-tratos”. O mero relato de Leitão sobre as vaquejadas para o jornal O Povo é insuficiente para caracterizar uma autêntica evidência ou prova das violências explícitas da vaquejada, mas, considerando a ausência de debate no Nordeste, perante a opinião pública, sequer sobre a fiscalização das vaquejadas, é dedutível que esses atos aconteçam muito mais frequentemente do que os simpatizantes da atividade imaginam.
A vaquejada, de fato, tanto faz jus ao atributo de “esporte” injustamente violento [7] que pelo menos duas vaquejadas já foram judicialmente censuradas nos últimos anos: a de Serra do Ramalho/BA, em junho de 2007 (mas liberada pouco depois) [8], e a de Xerém/RJ, em setembro de 2009 [9] (esta presumivelmente não mais liberada, uma vez que o seu site oficial não é mais atualizado desde 2009 [10]).
Essa violência, seja explícita e óbvia ou implícita e aceita, só acontece para valer por causa de uma importante premissa moral arrogada pelos organizadores de vaquejadas, vaqueiros e outras pessoas envolvidas na atividade: bois e cavalos, como sendo seres moralmente inferiores, são propriedade dos humanos, e assim sendo seus proprietários podem usá-los livremente sempre que lhes demandarem utilidade.
Considerando que a igualdade moral entre todos os seres humanos e o não ser tratado como propriedade de outrem são um direito humano fundamental e os animais não humanos são hoje desprovidos desse direito ainda que o mereçam, estes últimos estão de fato submetidos a uma arbitrária inferioridade moral, que permite que sejam usados como coisas utilitárias pelos humanos.
Caso não existisse essa desigualdade moral entre animais humanos e não humanos, os últimos também teriam o pleno direito de serem sujeitos e senhores de suas próprias vidas, vivendo estritamente de acordo com seus próprios interesses (de continuar vivo e evitar sua própria dor e sofrimento) e sendo proibida a sua escravização.
Mas não é o que acontece hoje. Graças à inferioridade moral imposta para os animais não humanos e à liberdade de propriedade privada, os vaqueiros, os donos (sic) de animais e os organizadores de vaquejadas são livres para usar sua “propriedade viva” como bem entenderem. [11] Como intencionam obter sustento do entretenimento de uso de animais, exploram então os seus cavalos e bois na atividade da vaquejada.
Mesmo que haja aqueles que dizem tratar seus cavalos como “irmãos”, “filhos” ou “amigos”, é notável que na verdade não há entre o vaqueiro e o cavalo uma autêntica relação de amizade ou de consideração análoga à familiar, mas apenas de afeto e gratidão por sua tão útil propriedade. Os vaqueiros geralmente adquirem (sic) os seus cavalos através de leilões, locação ou outras formas de comércio [12], e amigos e familiares não podem ser comprados ou alugados. E também é possível questionar se eles teriam a mesma “consideração” pelos animais se estes tivessem desempenho mau ou decadente nas competições.
Propriedade privada que são, tanto cavalos como bois são dados à luz com fins exclusivamente terceirizados, lucrativos e alheios aos seus interesses próprios de seres sencientes. No caso dos cavalos, são fecundados mediante seleção genética pelo uso do sêmen de machos “premiados”, herdando-lhes a força e agilidade. [13]
De uma atividade cujo alicerce indissociável é tratar animais como escravos, como propriedade humana, é esperado o uso de violência, por mais que haja leis exigindo respeito ao “bem estar animal”, assim como acontece na pecuária, na vivissecção, na compra e “posse” de animais domésticos e em qualquer outra atividade de exploração animal. Aliás, a própria escravidão animal é em si uma violência, um maltrato, visto que submete suas vítimas a atividades cuja participação eles não podem escolher entre aceitar e recusar, indo contra os interesses imediatos do próprio animal – usufruir da liberdade (que ele não tem) e satisfazer suas necessidades à sua maneira.
Considerações finais
Basta assistir a poucos vídeos sobre vaquejada que percebemos como essa atividade “esportiva” é uma ação de violência e escravidão contra animais não humanos que não escolheram tal fado, algo ausente nos verdadeiros esportes. Porém, uma forte camada cultural, regionalmente moldada a partir de uma dependência socioeconômica da exploração animal por via de uma pecuária explicitamente violenta [14], protege-a de ser encarada como aquilo que realmente é: uma agressão física explícita e injustificável contra bois e uma redução dos cavalos ao status de automóveis controláveis.
Porém, mesmo sendo uma atividade claramente pautada na exploração violenta de animais não humanos, é muito pouca – para dizer a verdade, residual – a mobilização de oposição de entidades de defesa animal contra a vaquejada no Nordeste. Isso deve-se em parte, provavelmente, à intimidadora força político-econômica da pecuária e da vaquejada na região – o que inclui o apadrinhamento de eventos do tipo por deputados [15] –, que impõe sérios riscos de represália a pessoas e organizações sem força política que se opuserem publicamente a esse tipo de evento.
O que resta, no momento, é fazer a militância nordestina de defesa animal crescer descentralizadamente e se robustecer a ponto de conquistar o apoio de políticos e juristas da região. É também fazer o “trabalho de formiguinha”, criando e ampliando pouco a pouco, à maneira de cada pessoa e entidade, o debate sobre a vaquejada e suas violências.
Para quem já é contra a vaquejada desde antes de ter lido este texto, fica aqui a convocação para que, de alguma maneira, ajude a expandir esse debate, para que os animais parem de sofrer diante dos espectadores e participantes desse tipo de competição. Para quem gosta, fica o convite para pensar sobre as implicações éticas e a violência dessa atividade para os animais – comece a enxergar o lado que a vaquejada e seus atores humanos não leva em consideração: o lado dos animais, o que eles sentem ao serem controlados, esporeados, açoitados, açulados, perseguidos e derrubados no chão. Para quem ainda não sabia realmente o que é e em que consiste a vaquejada, agora já sabe e tem ciência da necessidade de ela ser proibida.
Referências
[1] “Vaquejada” – Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Vaquejada (acessado em 05/12/2011)
[2] “Um esporte emocionante” – Parque Ana Dantas: http://www.parqueanadantas.com.br/index2.php?mod=12 (acessado em 05/12/2011)
[3] O uso “moderado” de esporas e açoites é previsto pelas regras de pelo menos algumas vaquejadas, como por exemplo o Regulamento Geral de Vaquejada ABQM: http://www.abqm.com.br/IVaquejada/regulamento.pdf (acessado em 06/12/2011)
[4] “Relato de uma vaquejada” – PEA – Projeto Esperança Animal: http://www.pea.org.br/denuncia/vaquejada.htm (acessado em 06/12/2011)
[5] SILVA, Thomas de Carvalho. A prática da Vaquejada à luz da Constituição Federal de 1988: http://jusvi.com/artigos/38272/2 (acessado em 08/12/2011)
[6] “Vaquejada é crueldade contra animais?” – O Povo: http://www.opovo.com.br/www/opovo/opiniao/630544.html (acessado em 08/12/2011)
[7] Artes marciais, boxe, wrestling e outros esportes de luta podem ser considerados usuários de uma “violência não injusta”, uma vez que os lutadores escolhem estar ali e seguir tal carreira e assumem para si as consequências da violência trocada na arena.
[8] “Justiça determina suspensão de vaquejada em Serra do Ramalho” – Farol da Cidade: http://www.faroldacidade.com.br/?lk=4&id=6967 (acessado em 08/12/2011)
[9] “Vaquejadas são proibidas em Xerém” – SRZD: http://www.sidneyrezende.com/noticia/55221+vaquejadas+sao+proibidas+em+xerem (acessado em 08/12/2011)
[10] Os últimos eventos descritos no site oficial do Parque Ana Dantas (Xerém/RJ) são de 2009, conforme se pode notar em: http://www.parqueanadantas.com.br/index2.php?mod=53 e http://www.parqueanadantas.com.br/index2.php?mod=20 (acessados em 08/12/2011)
[11] Isso considerando-se que o Artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais é formalmente ignorado pelos atores envolvidos nas vaquejadas e até mesmo pelas leis federais que oficializam essa atividade como um “esporte” e o vaqueiro competidor como “atleta”.
[12] Um exemplo de como os cavalos de vaquejada são tratados como objetos dotados de utilidade e valor em dinheiro é esta página: http://www.cavalodevaquejada.com/2010/02/classificados-cavalo-de-vaquejada/ (acessado em 08/12/2011)
[13] Um exemplo era o cavalo Signo Forte, falecido em fevereiro de 2010 e “recebedor” de prêmios em vida. Ele era descendente de dois cavalos competidores: Apollo (pai) e Dash For Cash (bisavô paterno e materno). Conforme http://www.cavalodevaquejada.com/2010/02/morte-signo-forte/ (acessado em 08/12/2011)
[14] O maior exemplo da violência explícita da pecuária nordestina é o fato de a grande maioria dos matadouros de Pernambuco serem clandestinos e/ou abaterem animais com métodos obviamente cruéis como a marretada craniana. Conforme http://consciencia.blog.br/2011/12/os-matadouros-imundos-de-pernambuco-e-um-convite-a-reflexao.html (acessado em 08/12/2011)
[15] Um exemplo: http://imagens.consciencia.blog.br/arquivos-anexos/cartaz-vaquejada-2008.jpg (acessado em 08/12/2011)
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[...] Vaquejada: a essência de um “esporte” que usa animais [...]
Parabéns meu caro, pelo seu texto. Realmente está provado que você não entende nada de vaquejada pois, somente quem conhece de cátedra o vaqueiro nordestino sabe do seu amorpelo boi e o cavalo. Parafraseando o poeta que melhor expressou o amor do vaqueiro pelo corrida de mourão, tradição e esporte genuinamente brasileiro e nordestino:
“Meu sertão tem futebol, tem samba, tem farinhada…
Leilão, reizado e novena, mas nada disso me agrada…
meu fraco é cavalo e gado, cantoria e vaquejada..êêê…”
Vá comemorar o carnaval, orktoberfest, natal e etc…festas estrangeiras e novelas da globo vocês adoram prestigiar, agora, a nossa essência cultural, o amor pelo esporte do vaqueiro e por nossa senhora aparecida vocês querem condenar. Vá na caatinga ver o trabalho com o gado, veja a preocupação de quem prepara uma vaquejada, do trato com a boiada, com alimentação, água, revezamento de boi e descarte quando necessário. Vá ter conhecimento de causa para poder julgar.
Em resumo: falácia de apelo à tradição pra justificar violência contra inocentes.
Então os fatos que o autor tão eloquentemente descreveu são pura fantasia e calúnias sem base inventadas por uma mente colonizada que desconhece o verdadeiro espírito nordestino? Que parte do que ele falou não é verdade? Por favor seja preciso.
E porque eu não gosto de vaquejada eu sou anti-nordestino e adoro novelas da globo!? Se você procurar, tenho certeza que não faltarão elementos louváveis da nossa “essência cultural” para substituir o seu hobbie sanguinolento. Há muita coisa da cultura nordestina que merece ser preservada. Essa não é uma delas.
bom..o regulamento oficial não aceita crueldade contra animais ..então esse regulamento q ele botou aee é mentira…o maximo q acontece com o boi em uma vaquejada oficial..é a queda em uma areia fofa com um minimo d profundidade estabelecido ..porq muitas vezes caem vaqueiros e cavalos tambem….o vaqueiro q usar esporas pontudas ou as mesmas não estiverem enfaixadas..são desclassificados na hora , o vaqueiro não pode nem passar a mão na cara do boi …se passar é zero, o boi só pode girar depois da saída do jequi 2 vezes se girar mais do q isso é retorno ..retorno com outro boi … há um fiscal ou camera no curral ..para não acontecer maus tratos contra o gado..regulamento oficial ANQM alguns pontos q valorizam o vaqueiro, cavalo e boi…citei de cabeça
isso ai… concordo com vc, vaquejada nñ é isso q pensão, mais sim uma paixão nordestina
digo eu enzo… sou vaqueiro e gosto de vaquejada e discordo tudo isso q dizem
Esse pessoal falando assim da vaquejada até parece que é uma monstruosidade contra os animais. Só que, quem conhece e faz parte do meio sabe que esses caras são sabem nada! Os cavalos são mais bem tratados do que o próprio escritor, ignorante sobre o assunto, desse artigo. A boiada, assim como é usada em qualquer parte do Brasil e do mundo, é comercial. Os bois ou são alugados, ou são comprados para abate, mas antes geram mais lucro aos compradores na vaquejada. Se é justo, desumano…isso cada um fique a vontade para julgar, mas o que eu sei é que, sem a habilidade dos vaqueiros que geraram esse esporte no passado, dificilmente o gado do nordeste teria sido bem domesticado para alimentação de todos nós. Se tornou esporte, talvez em homenagem aos vaqueiros antigos que faziam isso na mata para juntar e organizar o gado dos patrões, para alguns, para outros, só diversão. O que eu seo é que vaquejada é cultura. Gera riquezas, gera renda a milhares de familias que vivem do comercio direto e indireto. E se tornou esporte, e assim será por muitos anos. Aos defensores hipócritas do animais eu digo que parem de comer carne, fiquem só no seu alface porque para a carne chegar às suas mesas há todo um trabalho de manejo realizado por pessoas de extrema habilidade, e que no passado precisavam fazer por profissão o que hoje fazemos como esporte. E para mim é muito importante não perder tais habilidades, porque foram vários anos para se conquistá-las e precisamos delas até hoje. Para quem não sabe, assim como o rodeio, a vaquejada evoluiu muito, hoje é muito menos agressiva aos animais. Todo animal tem sua funcionalidade em nossas vidas e um dia, mais cedo ou mais tarde, precisaremos delas. O ser humano sempre usou os animais a seu favor, e assim continuará, sempre buscando aprimorá-las.
Afinal, os bois adoram ser perseguidos e derrubados numa arena e correr o risco de ter ossos quebrados.
Tratar bem é tratar como um automóvel de alta velocidade. É isso?
Ou seja, pra você bois são meros objetos sob propriedade humana que podem ser comercializados, e não animais dotados de dignidade própria que deveriam donos dos seus próprios corpos e vidas. É isso?
“De todos nós” (o que incluiria milhões de vegetarianos) ou daqueles que comem o que os pecuaristas roubam dos animais?
A Kripteia, onde recrutas perseguiam e matavam pessoas que eram chamadas de “hilotas” se tornou um esporte militar em homenagem ao exército de Esparta. O que você acharia se fosse praticada ainda hoje?
Links recomendados:
1. http://pt.wikipedia.org/wiki/Apelo_%C3%A0_tradi%C3%A7%C3%A3o (falácia de apelo à tradição)
2. http://consciencia.blog.br/2011/11/falacia-de-apelo-a-relevancia-economica-ou-argumentum-ad-oeconomicum.html (falácia de apelo à relevância econômica)
Sou vegano: http://consciencia.blog.br/robvegano
Bandeirantes também aprimoravam suas habilidades, ao longo dos anos, pra sequestrar e matar indígenas e recapturar escravos. O que você acha?
Ou seja, ainda é agressiva aos animais, e nunca vai deixar de sê-lo. Você concorda?
O mesmo diziam dos escravos humanos até o século 19. Tinham “funcionalidades” e “utilidades” pros seus senhores, sempre foram explorados pelos seus senhores em favor do lucro e bem-estar destes, e ninguém acreditava que isso acabaria, ou pelo menos se tornaria crime, um dia. Qual sua opinião sobre isso?
amor esse que mautra os animais nao é leonardo?
esse pessoal nñ sabe o q fala msm, nñ sabe o q esse esporte representa para muitas pessoas no brasil, quem gosta de futebol agente respeita, quem gosta de volei agente respeita, quem gosta basquéte agente respeita, e agente q somos amantes desse esporte exigimos respeito…
vcs nñ sabem o q fala
Se não sei o que falo, então prove.
E você tem razão ao dizer que não respeito “esportes” que usam de violência contra inocentes.
cara esporte e quando praticamos para nosso bem estar mas usar os animais para tortura-los ai ja é demais vamos ver se vc aguentaria se alguem puxasse seu rabo ou ficasse dando choques, ou qlqr outra coisa do tipo pra ver se vc aguentaria
oque eu vejo muitas vezes é isso..pessoas falam sem saber..na vaquejada não há choque, isso vc leu em algum canto q falava sobre RODEIO, se o boi não quer correr, não corre e é separado da boiada..o negocio de puxar cabelo….quando criança a maioria dos vaqueiros brincavam a pé mesmo e um derrubando o outro,gostavam de ser o boi inderrubável,o temido ..claro q não puxava o cabelo, porq boi tem maçaroca e rabo, o ser humano não ..os bois das vaquejadas são bem tratados e MOBRAIS na maioria das vaquejadas do brasil..isso quer dizer q nunca correram vaquejada e tambem q provavelmente essa será a ultima, depois são soltos novamente no pasto.
há vaquejada oficial e ha algumas clandestinas por aí q são as q os senhores donos de sites se aproveitam pra acabar com a vaquejada…essas clandestinas estão acabando e o esporte ficando cada vez mais regulamentado e proficional até porq pra realizar uma vaquejada hoje em dia tem q ter um caixa bom e bons patrocinadores..
essa gente nñ sabem o q fala sobre vaquejada, vaquejada nñ é isso q eles dizem, mais é um esporte, o mélhor uma paixão nordestina, sou vaqueiro e descordo isso tudo q vcs falam
Então mostre por que discorda.
porque??? por que vc é uma pessoa q nñ sabe o q fala..
vc é uma pessoa q nñ pensa o tanto q esses cavalos e bois são cuidados por agente… eu sou vaqueiro e sei o q falo
Cadê as provas e os contra-argumentos?
discordo pq vc é uma pessoa q nñ é um nordestino pra saber oq vaquejada representa para gente
Errado. Nasci no Recife e jamais saí da Região Nordeste, sequer pra turismo.
Comentário ofensivo apagado. Ou você comenta com seriedade ou terei que vedá-lo de comentar mais por aqui.
Att,
RFS
mais… na verdade me diz o q vc acha d tão érrado em vaquejadas
Leia o texto.
Sou vaqueiro nordestino, puxar boi é meu destino, sou o rei da
vaquejada puxo boi desde menino, o que é de garrote gordo derrubei pelo
caminho … Valeu o boi, valeu vaqueiro no calor da vaquejada vive o povo
brasileiro !!!
Tá
E você vá com sua “prosa” contra animais em outro lugar. Aqui no blog é um local de se debater com respeito, e você não está respeitando. Você já havia sido avisado antes, mas não acatou.
Sem mais,
RFS
[...] uma justificativa marcada por falácias, vem fortalecer ante o Estado e a sociedade uma atividade de caráter violento e inconstitucional (vide Art. 225, [...]
vcs não saben o dizem pois a vaquejada é um esporte racional e se não fossi os animais os cavalos não chegariam a preços tão altos! animais q nem a sua mãe tem o tratamento q eles tem procura saber direitinho o q é vaquejada!!![VALEU O BOI]!!!
Pra você, a racionalidade de uma atividade é medida de acordo com o valor em dinheiro que se dá a um ser vivo senciente. É isso?
E já que nem minha mãe tem o tratamento que a vaquejada dá, me permita então agredir a sua dentro de um brete, fazê-la correr desesperadamente numa arena e persegui-la montado num cavalo até derrubá-la puxando pelo cabelo. O que acha?
Comentário machista e com apologia não argumentativa à vaquejada apagado. Se não quer argumentar de verdade, então pra que veio aqui? RFS
Próxima apologia não argumentativa à vaquejada e você será bloqueado de comentar por aqui. Último aviso. RFS
Você foi avisado. Até nunca. RFS
Concormdo plenamente com o Leandro Oliveira. Espero que esse Robson vá a uma vaquejada um dia para ver todo o preparativo. Ver que os animais são preparado para esse esporte e ver quais são os animais mais bem tratados, se são os da vaquejada ou os que ficam soltos por ai passando fome.
Primeiramente a Vaquejada não maltrata os animais, procure saber dos cuidados que um cavalo de vaquejada tem. http://essetalmeioambiente.com/projeto-de-lei-pretende-legalizar-vaquejada-como-pratica-esportiva/.
Olhe ai um projeto de lei q pretende legalizar a vaquejada como um prática esportiva.
Já escrevi sobre isso: http://consciencia.blog.br/2012/02/o-pl-30242011-e-a-regulamentacao-de-uma-violencia.html
E quer dizer que agredir, perseguir, derrubar e dominar não é agredir? Então se ponha no lugar dos bois.
Que defende a maldita vaquejada, devia ter um RABO……e eu por perto.
VAQUEJADA NAO E TORTURA E TRADIÇAO E CUTURA VA CONHEÇE!!
Provas? (já dei as provas favoráveis a meu argumento, agora dê as que favorecem o seu)
discordo em todos os sentidos com vc….Robson vc já foi em alguma vaquejada??? já viu a quantidade de pais de familia que sobrevive desse esporte?????? de como são tratados os cavalos e os bois???? vc não entende nada desse esporte, n é porque se derruba um boi pelo rabo que se trata de violência…então seria melhor praticar esporte que sai batendo uns nós outros?? ou melhor ainda será que seria bem melhor essas pessoas que sobrevivem da vaquejada largar tudo e virarem desempregados???? e a violência que as pessoas fazem entre si ou com outros animais….isso conta pra vc defender essa sua tese, ou tenho que expor mas situações??? sabe tantas coisas pra se fazer, como tentar tirar usuários de drogas das ruas, violências sexuais contra as mulheres, crianças….affff enfim seria muitas coisas…e vc se preocupando com pessoas que estão trabalhando para o sustento da sua familia….então vamos fazer o seguinte: deixar também de comer carnesss, o que vc acha??? isso é violento ou não???? :(
Em quê isso convenceria a pessoa de que vaquejada não é uma violência?
Tal como há pessoas que obtêm renda traficando drogas, armas e animais silvestres ou prestando serviço de pistolagem?
isso é óbvio pra quem respeita de verdade os animais.
Então perseguir uma pessoa e derrubá-la no chão puxando-a pelo cabelo não é uma violência?
Com pessoas que aceitaram praticar artes marciais, ao contrário da vaquejada, onde o animal não pode aceitar ou recusar?
Você também pensa como ficaria a situação de muitos trabalhadores(?) que capturam e traficam animais silvestres ou vendem CDs e DVDs piratas se a polícia conseguisse erradicar esses tipos de comércio?
Tu quoque (falácia do apelo à hipocrisia): o adversário é acusado de praticar algo muito semelhante ao que ele critica. Tu quoque significa em latim “você também”. É um argumento muito comum e eficaz, pois tende a colocar o oponente na defensiva. Exemplo:
A: As pessoas devem aprender a viver com o que ganham.
B: Mas você está completamente endividado e não faz qualquer esforço para mudar isso.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tu_quoque
Você luta por essas causas, ou só fica mandando os outros pararem de lutar pelo que lutam pra lutarem pelo que você quer que lutem?
Assim como vendedores de produtos pirateados e traficantes de armas, drogas e animais silvestres?
http://consciencia.blog.br/robvegano
AH VEIO ESSA DE AH E SE PUXASSEM SEU CABELO..E SE TE CASTRASSE ..COMO VCS FAZEM COM OS CACHORRINHOS ASHAUSHAHAUHAUA
Falsa analogia. Castração de cães e gatos é indolor e tem o fim de evitar que mais animais sejam abandonados ou nasçam pra sofrer na rua. Ao contrário da vaquejada, que causa dor nos animais e não tem qualquer necessidade pra eles – sequer tem pros humanos.
O que eu vejo e leio todos os dias nos noticiarios….Discordo com vc, eles são pais de familia e não traficantes, mas se vc pensa assim….
Nesse caso concordo com vc, e a sobrevivência…
Assim também como bater, matar, roubar….
Pode sim, alguns são mas fortes que o homem, e assim eles não vão ao chão…
Vc tem alguma solução pra isso não aconteçer…..
Pergunto a Você também se luta por essas causas, ou só fica mandando os outros pararem de lutar pelo que lutam pra lutarem pelo que você quer que lutem?
Enfim Robson, essa discursão não vai me levar a lugar nenhum, não trabalho com vaquejada….so tenho certeza de que temos tantos problemas socias no BRASIL…e ficar aqui teclando com vc não vamos resolver nada….Sabe de uma coisa tudo é tão lindo no papel…mas na sobrevivência da vida real as coisas são bem diferentes…..
OBS: porfavor,me exclua do blog.
Concordo com vc Socorro!
Não são traficantes, mas também trabalham com algo ilegal (a vaquejada é ilegal, segundo a Constituição e a Lei de Crimes Ambientais) e violento.
Não entendi.
É tudo tão lindo no papel = Vaquejada precisa ser proibida
Na vida real as coisas são diferentes = Vaquejada precisa continuar agredindo animais pra pessoas ganharem dinheiro
É isso?
Como assim excluir do blog? Em que sentido?
Mandar “procurar o que fazer” também é uma forma de ofensa. Por isso, comentário apagado. RFS
vaquejada e uma cultura nordestina,eu acho q as pessoas tem q respeitar! em muitas vaqueijadas q vi hoje foram enventadas novas regularidades para a melhor saude dos animais. isso e uma prova de respeito e preucupação com a saude dos animais. vaquejada e cultura!!!! e vcs ainda querem a distruir…
Pelo visto, com essa premissa de que algo é certo por ser “cultura”, você também respeita duas outras tradições culturais multisseculares: a escravidão de africanos e o assassinato por honra.
cada um tem sua opinião, vc n pode contrariar a minha!
Por que não?
Pelo amor de deus se fosse vc tira essa reportagem ….
Por quê?
tito
luscas_matos@hotmai.com
186.225.49.74
Esteja pronto pra ser acionado pela polícia. Sua ameaça foi capturada por print-screen e entregue às polícias Militar e Civil do Ceará e à Polícia Federal. RFS
tito
luscas_matos@hotmai.com
186.225.49.74
Esteja pronto pra ser acionado pela polícia. Sua ameaça foi capturada por print-screen e entregue às polícias Militar e Civil do Ceará e à Polícia Federal. RFS
meu querido vejo que vc de fato criou um belissimo texto sem nem uma base pois a vaquejada alem de ser um esporte cultural nordestino tambem faz parte da vida de muitas pessoas inclusive a minha pois ela esta no meu sangue no meu coração e jamais um vaqueiro vai querer machucar um cavalo ou um boi pois nos amamos boi e cavalo omo todo esporte tem seus riscos e e fato que quando um povo perde sua cultura ele morre pois a vaquejada não nasceu de um dia para o outro ela tem uma base muito grande vc fala que maltrata mas esta enganado e outra coisa vc não gosta e uma apnião sua mas criticar e querer acabar com a vaquejada cinto muito vc e um louco que não sabe o que isso sgnifica para muitas pessoas como eu vaquejada e minha vida !!!!!!!!!!1
pelo jeito vc e rockeiro e nunca conheçeu ou vivençiou uma vaquejada ou melhor dizendo vc não sabe oq e ser vaquero não sabe o centido da vaquejada para nos isso eo q me deixa mas triste pois vc não me respeita ….. o inves de quere proibir por que vc não incentiva a criação de protocolos de bem estar animal nas vaquejadas ou melhor pq vc não cria um projeto para acabar com os carroçeiros que fazem uma explorção absurda com cavalos de carroça eles não tem dinheiro nem para se sustentar quanto mais para sustentar um cavalo ai kara eu te apoio 100 porcento mas não quera acabar com um esporte que e a vida de muita gente.. ea alegria do vaquero nordestino !!!1
Você ignora a bibliografia do texto, usa falácia de apelo à tradição, duplipensa o que se entende por “amar” os animais, usa preconceito comigo, tenta mandar nas causas que eu defendo… e ainda acha que vou responder você fora este comentário?
Estão querendo passar a Vaquejada com um esporte violento isso é uma vergonha porque se você assiste não é realidade, portanto espero que o Congresso aprove e reconheça como esporte essa cultura nordestina e que possa ser realizada em todo o Território nacional e que uma minoria venha dizer e impor o que temos que fazer..
Conte-me mais como perseguir e derrubar animais numa arena é um ato de amor e paz em vez de violência, e como você se incomodou quando uma minoria conseguiu que fosse aprovada e sancionada a Lei 7.716/89, que criminalizou o racismo.
Só uma observação: a expressão correta é “Valeu o boi” e não “valeu boi” como está escrita no texto.
Comumente se fala “valei boi” também, assim mesmo, por aí. Daí eu acredito que as duas formas são as corretas (embora não seja correto existirem vaquejadas).
kkkkkkkkk, esse texto é o que mesmo ??? uma piada, uma comédia, uma crônica, um romance … pode ser qualquer coisa menos um pessoal com noção do que é um esporte genuinamente brasileiro que geram mais empregos do que a industria automobilística, além de movimentar bilhões de reais a cada ano.
o senhor robson, alguma vez parou para analisar que a grande parte dos pecuaristas criam boi para vender aos frigoríficos que por sua vez abatem os bois para comercializar, e que o promotores de vaquejada hoje são os que mais comercializam boi dos pecuaristas a fim de coloca-los para a vaquejada e logo depois venderem aos frigoríficos ? ou seja, esses boi foram criados para o abate e não para passar a vida pastando.
em algum momento o senhor robson analisou a vida que um cavalo atleta, seja de vaquejada, hipismo, ou outro esporte equestre tem ? como criador de cavalo e competidor de vaquejada te digo que não é nem um pouco barata e inclusive poucos brasileiros tem as mesmas mordomias que eles.
finalizando informou que o senhor procure se basear em fonte verdadeiras e profissionais, não saia pegando trechos de blogs criados por meninos de 12 anos que não sabem nem se quer o que estão falando. procure portais do meio ou os das associações. pois se a coisa fosse como o senhor imagina a tradição da década de 40 que passou a ser considerada pelo congresso nacional como cultura, inclusive regulamentando a profissão de vaqueiro, seja como administrador de fazenda ou como praticante do esporte vaquejada, e nos dias atuais regulamentando a atividade vaquejada como manifestação popular e pratica esportiva; afinal a vaquejada já é regulamentada como esporte em vários estados.
uma atividade que gera renda, emprego, sustenta a economia da zona rural em vários âmbitos, não pode ser julgada como uma mera devastação ou maltrato a animais. tanto é que se fosse não crescia tanto ao ponto de hoje termos mais de 500 vaquejada realizadas por ano, sendo 50 com premiação superior a 100 mil reais, e ainda por cima tendo uma circulação média de 30.000 pessoas por evento, com a participação de 600 duplas.
Depois me diga como você concordaria com os argumentos tradicionalistas e economicistas dos senhores de engenho que escravizavam negros e lhes atribuíam preços “altos” por serem “valiosos”.
“De fato, essa discussão é bem polêmica e não vou aqui dar minha opinião como sendo “a verdade”. Gostaria apenas de falar que, para quem realmente entende do esporte, o sofrimento do animal é muito mais uma impressão do que um fato. Sei que dizer isso pode sugerir leviandade de minha parte e muitos podem me questionar se eu gostaria de ser derrubado em alta velocidade, porém, é preciso entender que animais não são como seres humanos. A resistência deles é bem maior e, portanto, não sofrem tantos danos.
Claro que isso não dá a ninguém o direito de maltratá-los e não é isso que quero defender. Apenas estou dizendo que não há tantos maus tratos quanto se pensa. Além disso, muitas medidas são tomadas com o intuito de preservar os animais numa vaquejada, sobretudo os cavalos, que, acreditem ou não, seriam mais maltratados do que os bois, caso não houvesse regras restritivas à isso.
Só pra citar algumas regras que são despercebidas pelo grande público, é proibido bater no boi enquanto ele corre; é proibido utilizar-se de materiais afiados que possam agredir a cauda do boi; por regra, as pistas devem ter um mínimo aceitável de areia, para que os animais não se machuquem ao cair, não se pode cansar o boi na saída, etc., etc.
Sei que falar tudo isso pode causar repulsa nos defensores dos animais, mas a verdade é que a vaquejada é uma tradução do trabalho nas fazendas, necessário à produção da carne que abastece todos os lares. E nesse trabalho, sim, existe certa dose de maus tratos. Embora já tenhamos atingido um nível industrial de produção de carne bovina, ainda existe em larga escala a criação que exige o conflito homem/cavalo/boi na fazenda. Não dá pra extinguir a vaquejada sem extinguir isso. A “vaquejada esporte” só chocante por ser mais uma atividade recreativa do homem onde se utiliza de animais que estão ali indesejavelmente, mas não pelo que se imagina de maus tratos. Acreditem ou não, as corridas de cavalos, que são outra modalidade de esporte com animais, são mais cruéis que as vaquejadas – a ponto de um animal com dois anos já não mais poder competir devido ao uso de anabolizantes e alto esforço físico.
Para se ter uma idéia, um cavalo de vaquejada atinge seu auge competitivo aos 10 anos de idade e, para quem pôde ter uma experiência em fazendas onde se treina animais de vaquejada, é fato que os bois que são utilizados para este fim são mais pesados, resistentes e vigorosos que os demais. Se praticada levando em conta o bom senso, a vaquejada não representa mais que exercícios físicos para animais. Afirmo mais uma vez que mesmo que fosse tão simples, ainda assim não teríamos o direito de submeter animais a exercícios que eles não quisessem, mas, se a questão é não submeter animais à uma vida que eles não quisessem, esse tipo de proibição seria válida para peixes de aquário, passarinhos de gaiola, hamsters, cachorrinhos de madame, etc. Ou vocês acham que estes bichinhos gostam das vidas que levam?
Ainda que tivessem total falta de compaixão pelos animais, você acha que os donos dos animais utilizados em vaquejadas seriam burros de submetê-los a tais mal tratos mesmo um boi custando em média R$.1200,00 e um cavalo R$150.000,00? E lembrem-se do que falei: é preciso mais regras em defesa dos cavalos do que dos bois, pois os primeiros sofrem muito mais numa vaquejada.”
“Depois me diga como você concordaria com os argumentos tradicionalistas e economicistas dos senhores de engenho que escravizavam negros e lhes atribuíam preços “altos” por serem “valiosos”.”
o senhor se referiu a maus tratos de animais, cavalo e boi, na atividade esportiva cultural, denominada vaquejada. seres humanos, que eram escravizados é outro coisa totalmente diferente.
por favor, não compare um boi com o homem.
a finalidade do pecuarista em criar para abate não se resume em comercio, e sim no quesito de alimentar os seres humanos. a questão comercial é uma consequência. afinal toda empresa precisa de ativo para arcar com seus custos.
Por que é diferente, fora as espécies?
Por que não?
Está provado que você não sabe nada sobre vaquejada!Na década de 40, a vaquejada era conhecida por corrida de mourão e tornou-se muito popular na Região Nordeste. Antes, os vaqueiros mostravam como faziam na lida do gado, vestiam seus gibões – roupa de couro que protege o vaqueiro da vegetação seca – e tentavam derrubar o animal em movimento.
Na época dos coronéis, quando não havia cercas no Sertão nordestino, os animais eram marcados e soltos na mata. Depois de alguns meses, os coronéis reuniam os peões (vaqueiros) para juntar o gado marcado. Eram as pegas de gado.
Montados em seus cavalos, vestidos com gibões de couro, estes bravos vaqueiros se embrenhavam na mata cerrada em busca dos bois, fazendo malabarismos para escaparem dos arranhões de espinhos e pontas de galhos secos.
Alguns animais se reproduziam no mato. Os filhotes (maruá) eram selvagens por nunca terem mantido contato com seres humanos, e eram esses animais os mais difíceis de serem capturados. Mesmo assim, os bravos vaqueiros perseguiam, laçavam e traziam os bois aos pés do coronel.
O historiador Câmara Cascudo dizia que por volta de 1810 ainda não existia a vaquejada, mas já se tinha conhecimento de uma atividade parecida.
Era a derrubada de vara de ferrão, antes praticada em Portugal e na Espanha, onde o peão utilizava uma vara para pegar o boi. Mas derrubar o boi pelo rabo, a vaquejada tradicional, é puramente nordestina.
Na região Seridó do Rio Grande do Norte, onde, possivelmente, tudo começou, era impossível o uso da vara, pois o campo era muito acidentado e a mata muito fechada e, por essa razão, tudo indica que foi o vaqueiro seridoense o primeiro a derrubar boi pelo rabo. Uma indicação para isso era a existência dos currais de apartação de bois, que deram origem ao nome da cidade de Currais Novos, também no Rio Grande do Norte.
Esses currais foram feitos em 1760. E era entre 1760 e 1790 que acontecia em Currais Novos a apartação e feira de gado. Foram dessas apartações que surgiram as vaquejadas.
O pátio de apartação de São Bento, no município de Currais Novos foi construído em 1830.
Somente em 1874 apareceu o primeiro registro de informação sobre vaquejada.
O escritor José de Alencar escreveu a respeito da “puxada de rabo de boi” no Ceará, mas não como sendo algo novo, ele deixou claro que a prática já ocorria anteriormente. Nessa luta, alguns desses homens se destacavam por sua valentia e habilidade. Foi daí que surgiu a idéia da realização de disputas.
O chão seco e a caatinga foram substituídos por grandes parques de vaquejadas, espalhados por toda a região. Hoje, existem clubes associações, calendários e patrocinadores, para que esse esporte se torne cada vez mais popular. Existe polêmica onde aconteceu a primeira vaquejada, Itapebussu (no Ceará) e Surubim (em Pernambuco) disputam o título.
Oficialmente, de acordo com a organização das duas vaquejadas, a mais antiga seria a de Itapebussu, que em 2007 realizou a vaquejada de número 62, e Surubim, 61.
Porém, extra-oficialmente, sabe-se que a contagem da Vaquejada de Surubim só começou a partir da terceira competição, pois até a segunda ninguém havia pensado em abrir a contagem.
Então um fazendeiro da região resolveu fazer um forró para todos se divertirem após a competição, abrindo assim a contagem de 1 (um). Surubim é considerada a “Capital da Vaquejada”, onde a principal vaquejada, do Parque J. Galdino, acontece no mês de Setembro, época que a cidade recebe milhares de turistas.
É bom lembrar que nos anos 60, a nossa querida Pombal se destacava por realizar talvez a maior vaquejada do Sertão paraibano, graças ao pioneirismo de Natal Queiroga, um homem de visão que vislumbrava que o evento poderia ser explorado do ponto de vista turístico, o que na verdade aconteceu, com o envolvimento, inclusive, de toda a sociedade Pombalense, dos estudantes universitários, etc. e tal.
Na época, a festa da vaquejada Pombalense só perdia para a Festa do Rosário, em termos de público.
Assim, a vaquejada é uma festa genuinamente brasileira, com uma tradição de mais de 100 anos.
Nos últimos 20 anos veio se modernizando e profissionalizando tornando-se reconhecida como esporte através da Lei Pelé (lei nº 9.615, de 1998), que elevou o peão à categoria de desportista, garantindo a ele benefícios como seguro de vida e ditando regras quanto ao contrato profissional.
Esta lei foi regulamentada pela Lei Federal no 4.495/98, de autoria do deputado Jair Meneghelli (PT-SP), que regulamenta os rodeios (e vaquejada) no País, permitindo o uso de “sedém” e esporas no rodeio.
Esta lei, aprovada pelo Congresso Nacional, equiparou o peão de boiadeiro a atleta profissional, em vigor desde abril de 2001.
Na votação final, foram doze senadores a discursar a favor e três contra (Heloísa Helena, Lauro Campos e Tião Viana). As emendas da senadora Mariana Silva e de Tião Viana, visando coibir a utilização de instrumentos que causem dor e sofrimento aos animais foram rejeitadas. (artigo 4 do PL 4.495/98).
Em cerimônia realizada no jardim do Palácio da Alvorada, com direito a música sertaneja ao vivo, dança catira, chapéus ao ar e sessão de fotos, o presidente Fernando Henrique Cardoso sancionou no dia 17 de julho de 2002, a lei que regulamenta a realização de rodeios e vaquejadas, considerados como esporte, estabelecendo normas sanitárias para a proteção dos animais nos eventos.
Portanto, se estamos em um estado democrático de direito, a população e as próprias autoridades políticas estão sujeitas ao respeito da regra de direito, em que vigora o chamado “império da lei”, leis criadas pelo próprio Estado, através de seus representantes politicamente constituídos.
O controle desta limitação se dá através do acesso ao Poder Judiciário, que possui autoridade e autonomia para garantir que as leis existentes cumpram o seu papel de impor regras e limites ao exercício do poder estatal.
Não me consta que haja em nenhum ente da Federação decisão judicial, nem mesmo de primeira instância, contestando a validade da Lei Pelé, que considerou vaquejada um esporte.
Muito pelo contrário, existem mais de 1.000 vaquejadas sendo realizadas no Brasil em praticamente todos os estados.
Portanto, a contestação de que vaquejada e rodeio não são esporte dentro do chamado “ordenamento jurídico”, isto é, o conjunto de leis que regem uma sociedade, é puramente “achismo”, dentro do princípio da subjetividade.
Agindo assim estamos permitindo que as leis sejam subvertidas por “achar isso ou aquilo”. As opiniões devem ser respeitadas, mas as leis devem sem cumpridas.
e foi comprovado que tanto o boi como o cavalo não sofre problema algum!!Lei que regulamenta a Vaquejada (lei nº 4.495, de 1998)
Vaquejada: Um esporte genuinamente Nordestino
Por Maciel Gonzaga
Na década de 40, a vaquejada era conhecida por corrida de mourão e tornou-se muito popular na Região Nordeste. Antes, os vaqueiros mostravam como faziam na lida do gado, vestiam seus gibões – roupa de couro que protege o vaqueiro da vegetação seca – e tentavam derrubar o animal em movimento.
Na época dos coronéis, quando não havia cercas no Sertão nordestino, os animais eram marcados e soltos na mata. Depois de alguns meses, os coronéis reuniam os peões (vaqueiros) para juntar o gado marcado. Eram as pegas de gado.
Montados em seus cavalos, vestidos com gibões de couro, estes bravos vaqueiros se embrenhavam na mata cerrada em busca dos bois, fazendo malabarismos para escaparem dos arranhões de espinhos e pontas de galhos secos.
Alguns animais se reproduziam no mato. Os filhotes (maruá) eram selvagens por nunca terem mantido contato com seres humanos, e eram esses animais os mais difíceis de serem capturados. Mesmo assim, os bravos vaqueiros perseguiam, laçavam e traziam os bois aos pés do coronel.
O historiador Câmara Cascudo dizia que por volta de 1810 ainda não existia a vaquejada, mas já se tinha conhecimento de uma atividade parecida.
Era a derrubada de vara de ferrão, antes praticada em Portugal e na Espanha, onde o peão utilizava uma vara para pegar o boi. Mas derrubar o boi pelo rabo, a vaquejada tradicional, é puramente nordestina.
Na região Seridó do Rio Grande do Norte, onde, possivelmente, tudo começou, era impossível o uso da vara, pois o campo era muito acidentado e a mata muito fechada e, por essa razão, tudo indica que foi o vaqueiro seridoense o primeiro a derrubar boi pelo rabo. Uma indicação para isso era a existência dos currais de apartação de bois, que deram origem ao nome da cidade de Currais Novos, também no Rio Grande do Norte.
Esses currais foram feitos em 1760. E era entre 1760 e 1790 que acontecia em Currais Novos a apartação e feira de gado. Foram dessas apartações que surgiram as vaquejadas.
O pátio de apartação de São Bento, no município de Currais Novos foi construído em 1830.
Somente em 1874 apareceu o primeiro registro de informação sobre vaquejada.
O escritor José de Alencar escreveu a respeito da “puxada de rabo de boi” no Ceará, mas não como sendo algo novo, ele deixou claro que a prática já ocorria anteriormente. Nessa luta, alguns desses homens se destacavam por sua valentia e habilidade. Foi daí que surgiu a idéia da realização de disputas.
O chão seco e a caatinga foram substituídos por grandes parques de vaquejadas, espalhados por toda a região. Hoje, existem clubes associações, calendários e patrocinadores, para que esse esporte se torne cada vez mais popular. Existe polêmica onde aconteceu a primeira vaquejada, Itapebussu (no Ceará) e Surubim (em Pernambuco) disputam o título.
Oficialmente, de acordo com a organização das duas vaquejadas, a mais antiga seria a de Itapebussu, que em 2007 realizou a vaquejada de número 62, e Surubim, 61.
Porém, extra-oficialmente, sabe-se que a contagem da Vaquejada de Surubim só começou a partir da terceira competição, pois até a segunda ninguém havia pensado em abrir a contagem.
Então um fazendeiro da região resolveu fazer um forró para todos se divertirem após a competição, abrindo assim a contagem de 1 (um). Surubim é considerada a “Capital da Vaquejada”, onde a principal vaquejada, do Parque J. Galdino, acontece no mês de Setembro, época que a cidade recebe milhares de turistas.
É bom lembrar que nos anos 60, a nossa querida Pombal se destacava por realizar talvez a maior vaquejada do Sertão paraibano, graças ao pioneirismo de Natal Queiroga, um homem de visão que vislumbrava que o evento poderia ser explorado do ponto de vista turístico, o que na verdade aconteceu, com o envolvimento, inclusive, de toda a sociedade Pombalense, dos estudantes universitários, etc. e tal.
Na época, a festa da vaquejada Pombalense só perdia para a Festa do Rosário, em termos de público.
Assim, a vaquejada é uma festa genuinamente brasileira, com uma tradição de mais de 100 anos.
Nos últimos 20 anos veio se modernizando e profissionalizando tornando-se reconhecida como esporte através da Lei Pelé (lei nº 9.615, de 1998), que elevou o peão à categoria de desportista, garantindo a ele benefícios como seguro de vida e ditando regras quanto ao contrato profissional.
Esta lei foi regulamentada pela Lei Federal no 4.495/98, de autoria do deputado Jair Meneghelli (PT-SP), que regulamenta os rodeios (e vaquejada) no País, permitindo o uso de “sedém” e esporas no rodeio.
Esta lei, aprovada pelo Congresso Nacional, equiparou o peão de boiadeiro a atleta profissional, em vigor desde abril de 2001.
Na votação final, foram doze senadores a discursar a favor e três contra (Heloísa Helena, Lauro Campos e Tião Viana). As emendas da senadora Mariana Silva e de Tião Viana, visando coibir a utilização de instrumentos que causem dor e sofrimento aos animais foram rejeitadas. (artigo 4 do PL 4.495/98).
Em cerimônia realizada no jardim do Palácio da Alvorada, com direito a música sertaneja ao vivo, dança catira, chapéus ao ar e sessão de fotos, o presidente Fernando Henrique Cardoso sancionou no dia 17 de julho de 2002, a lei que regulamenta a realização de rodeios e vaquejadas, considerados como esporte, estabelecendo normas sanitárias para a proteção dos animais nos eventos.
Portanto, se estamos em um estado democrático de direito, a população e as próprias autoridades políticas estão sujeitas ao respeito da regra de direito, em que vigora o chamado “império da lei”, leis criadas pelo próprio Estado, através de seus representantes politicamente constituídos.
O controle desta limitação se dá através do acesso ao Poder Judiciário, que possui autoridade e autonomia para garantir que as leis existentes cumpram o seu papel de impor regras e limites ao exercício do poder estatal.
Não me consta que haja em nenhum ente da Federação decisão judicial, nem mesmo de primeira instância, contestando a validade da Lei Pelé, que considerou vaquejada um esporte.
Muito pelo contrário, existem mais de 1.000 vaquejadas sendo realizadas no Brasil em praticamente todos os estados.
Portanto, a contestação de que vaquejada e rodeio não são esporte dentro do chamado “ordenamento jurídico”, isto é, o conjunto de leis que regem uma sociedade, é puramente “achismo”, dentro do princípio da subjetividade.
Agindo assim estamos permitindo que as leis sejam subvertidas por “achar isso ou aquilo”. As opiniões devem ser respeitadas, mas as leis devem sem cumpridas.
Ou seja, a integridade dos animais é tão irrelevante que sequer merece ser citada. É isso?
O SEU SITE NADA MAIS E, DO QUE A FORMA DE RACISMO E PRECONCEITO COMTRA O POVO NORDESTINO… VC NÃO RESPEITA AS TRADIÇÕES E A CULTURA DE UM POVO INTEIRO, O UNICO POVO DIGNO DE SER CHAMADO DE BRASILEIRO DE VERDADE,… PORQUE ALEM DE DESBRAVARMOS OS LUGARES MAIS LONGINCOS DE IMENÇO BRASIL,… TAMBEM O CONSTRUIMOS COM O NOSSO PROPRIO SANGUI E SUO… ENQUANTO “SUPOSTOS INTELECTUAIS PROTETORES DE ANIMAIS QUE NUS ESCRAVISAM PARA CONSTRUIR O PAIS DOS SEUS SONHOS” NÃO FAZEM NADA, O QUE NÃO E SURPRESA, NÃO ESPERACE MUITO DE GENTE COMO VC
Estou vendo preconceito da sua parte, por achar que todos os nordestinos são cruéis contra os animais como os vaqueiros de vaquejada são – e também por dizer que sudestinos, nortistas, sulistas e centro-oestenses não são dignos de serem considerados “brasileiros de verdade”.
Aliás, você sabe ao menos o que é escravizar?